Diário de Santa Faustina, 40
Uma vez, durante a santa Missa, senti a proximidade de Deus de uma maneira muito especial, apesar de me defender disso e me afastar de Deus. Fugia muitas vezes de Deus porque não queria ser vítima do espírito malígno, como muitas vezes me diziam que eu era. E esta essa incerteza durou muito tempo. Durante a santa missa, antes da sagrada Comunhão, havia a renovação dos votos. Quando saímos dos genuflexórios e começamos a recitar a fórmula dos votos, Jesus colocou-se derepente, ao meu lado em vestes brancas, cingido por um cinto de ouro e disse-me: Concedo-te o eterno amor, para que a tua pureza seja sem mácula e como prova de que nunca sofrerás tentações de impureza.
- Jesus tirou seu cinto de ouro e cingiu com ele a minha cintura. A çpartir desse momento, não sinto nenhum tipo de tentações contra a virtude, nem no coracão, nem na mente.
Compreendi mais tarde que essa tinha sido umas das maiores graças que a Santíssima Virgem Maria havia obtido para mim, porque lhe pedi essa graça durante muitos anos. Desde então, maior é a minha devoção para com a Mãe de Deus. Foi ela quem me ensinou a amar a Deus interiormente e como em tudo cumprir a Sua santa vontade. Sois alegria ó Maria, porque por Vós Deus desceu à terra e ao meu coração.