Minha Família Amada, meu ouro, meu bronze, minha prata!

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Nossa Mãe S. Teresa de Jesus



"Vejo que mais o ama e louva quem o entende"

Essa foto é de S. José com o Menino Jesus. Minha irmã tirou ela do refeitório da Casa de Retiros da Sagrada Família, do Instituto dos servos de Deus. Como S Teresa amava muito a S. José, preferi colocar uma foto dele em homenagem ao seu imenso amor.
"Ó Rei da glória e Senhor de todos os Reis, vosso império não é umaa armação de pauzinhos. É reino que não tem fim! Não há necessidade de intermediários para chegar a vós! Só de contemplar vossa pessoa, logo se vê que sois o único a merecer que vos chamem Senhor.
S.Teresa de Jesus nasceu em Toledo, mas viveu em Ávila, cidade de Castela, a velha, chamada Ávila dos santos e dos cavaleiros na Espanha.
S. Teresa é doutora de Igreja e da oração. Uma de suas orações preferidas foi o Pai Nosso e através de sua meditação, foi elevada as alturas da contemplação.
" O Senhor me concedia tanta consolação por esse caminho, que me fazia a graça de me dar oração de quietude, e às vezes até de união. "
Ela era sábia, gentil e caridosa e muito talentosa nas explicações dos mais altos graus de oração união com Deus, e o amor ao próximo.





 Apaixonada por Deus, Teresa reformou sua ordem e superou muitos obstáculos na fundação dos 17 mosteiros na Espanha. Suas comunidades estão agora em 90 países ao redor do mundo. Umas de suas principais obras foram: Castelo Interior ou as Moradas, Caminho de perfeição e o Livro da Vida. Se desejar, você pode ler no site dos carmelitas descalços.

http://www.documentacatholicaomnia.eu/03d/1515-1582,_Teresa_d'Avila,_Moradas_Ou_Castelo_Interior,_PT.pdf

 Todos são livros maravilhosos, que quanto mais lemos, mais amamos a Deus e desejamos seguir o caminho da oração que Teresa soube nos ensinar como niguém. Teresa não foi a primeira mulher que teve experiências místicas. Antes dela, Hildegard de Bingen, Mechtild de Magdeburgo, Catarina de Sena e mais algumas outras conheceram-nas igualmente por experiência própria e nos deixaram o relato das mesmas em seus escritos. No caso da grande Teresa, porém, a situação era muito diferente. Da sua parte, ela não sentia nenhuma necessidade para assentar por escrito as coisas experimentadas. Não tinha ambições de escritora, nem pensava em manifestar externamente o que se havia passado no seu interior. Pelo contrário, foi o confessor que lhe ordenou escrever as suas experiências. Ela o fez a contragosto e julgava que deviam deixá-la tocar sua roda de fiar, visitar a capela e observar a regra, como o faziam as outras monjas, já que não tinha talento para escrever. Não obstante, ela obedeceu, mas em relação às suas predecessoras julgava dever dizer: "Essas sabiam o que escreviam, eu, porém, Deus o sabe, realmente não sei o que estou escrevendo!" Talvez tenha escrito em estado de transe; seja como for, ela possuía o raro dom de escrever. Por isso, muitas vezes é representada com a pena na mão e com uma pomba, símbolo do Espírito Santo. Sentava-se à escrivaninha e, muitas vezes, a pena deslizava tão rapidamente sobre o papel que ela mal podia segui-la. De quando em vez, ela se queixa de se ter afastado do assunto. Escrevia no parco tempo livre de que dispunha; escreveu em estado precário de saúde e geralmente só à noite, mas escrevia de fôlego. Acontecia muito raro ter de riscar uma palavra ou ter de acrescentar uma correção: seu espanhol é impecável. As duas obras, Caminho da perfeição e Castelo interior ou moradas, não podem ser lidas como se lê uma poesia! Não são literatura no sentido comum do termo, porque não se destinam à distração nem à mera informação. A compreensão dos seus escritos está ligada à prática: tornam-se incompreensíveis a todo aquele que não os toma como instrução para a vida. Ildefonso Moriones reconheceu-o muito bem, quando disse que "ela mesma se transformou no livro vivo". Como sempre, as exposições de Teresa contêm valiosos conselhos. Ela era uma mulher de rara prudência, que tivera uma rica experiência em sua vida e soubera assimilar espiritualmente as suas vivências. Por esta razão, foi capaz de orientar as pessoas e dar-lhes conselhos oportunos. Em certa ocasião, deu o seguinte conselho a uma pessoa propensa à depressão: "Trate de, às vezes, passear tranqüilamente ao ar livre, quando for acometida por esses sentimentos opressivos; por que eles dificultam a sua oração; é preciso que lutemos contra as nossas fraquezas de modo que a nossa natureza não fique prejudicada. Também esta é uma busca de Deus ... e é necessário que conduzamos nossa alma suavemente." Na orientação espiritual, Teresa não sugeria apenas passeios salutares, mas inculcava às suas monjas também a humildade. Humildade significava para ela estar na verdade. Indignava-se quando encontrava pessoas que não compreendiam a dignidade da própria alma. Era contra toda e qualquer violência que escraviza a alma e achava necessário certo grau de amor ao corpo, para que, da sua parte, fosse capaz de servir à alma. Uma alma não deve ser coagida nem podada sob medida, porque este modo de proceder só pode produzir uma existência truncada. "Porque, se falamos da alma, devemos combinar sempre com ela os conceitos de plenitude, amplitude e grandeza, nada disso é exagerado, porque a alma é capaz de abarcar muito mais do que nós somos capazes de imaginar". Este é um modo digno de falar da alma! Não se pode encontrar nela nada de rançoso, angustioso ou acanhado. Teresa sentiu toda a riqueza, amplitude e grandeza da alma; seu coração se alargara de verdade! Teresa fez da mística o tema principal de suas obras, razão por que se tornou "um marco na história da mesma". A vida mística não foi para ela apenas teoria e, correspondentemente, também não escreveu tratados. Muito sabiamente ela dizia da mística: "Como se há de entender isto, não o sei; justamente este não-entender é que me causa grande alegria". Naturalmente, Teresa tinha conhecimento da teologia mística, visto que por vezes fez referências a ela; mas, examinando mais de perto a questão, para ela sempre se tratava da experiência. Defendeu uma mística expressamente vivencial e nunca lhe interessaram meras afirmações teológicas. Não se baseou em teorias, mas descreveu suas próprias experiências. Sem experiências particulares não existe vida espiritual genuína. Só a prudência não basta. Teresa não excluiu a reflexão; assinalou-lhe, porém, apenas o segundo lugar. Mística significava para ela, em primeira e última linha, experiência de Deus, que lhe coube em dom durante a oração. É nisto que consiste a credibilidade de seus escritos. "É preciso que te busques em mim e a mim em ti" cantava Teresa; na autobiografia, o Senhor lhe disse: "Não procures encerrar-me em ti. Encerra-te em mim!" Nesta advertência significativa, documenta-se a conversão carmelitana. Quem está ocupado consigo mesmo, quem se fixa constantemente sobre a própria pessoa encontra-se numa rotina infindável. Não se deve procurar a Deus no minúsculo eu, mas inversamente, o homem deve encontrar-se em Deus; com isto supera o subjetivisrno em todos os seus matizes. A conversão do eu a Deus é uma ajuda maior do que pode oferecer qualquer psicologia. Se entra na presença de Deus e vive nela, a alma do homem torna-se diáfana e luminosa. Por isso, a mística de Teresa não se movia na onda de sentimentos alternados, mas consistia no cumprimento da vontade divina; tinha, por conseguinte, chão firme por sob os pés. "O mais alto grau da perfeição, evidentemente, não consiste em consolações interiores e em sublimes arrebatamentos místicos, nem em visões e no espírito da profecia, senão unicamente nessa conformidade de nossa vontade com a vontade divina". Como todos os místicos, Teresa usou certas parábolas para descrever o indescritível. A mística se acha vinculada a uma linguagem de figuras e não a conceitos. Seu conteúdo é uma "história de amor" com Deus. Teresa comparou a alma com um castelo com diferentes moradas. Costumava dizer que no nosso interior temos um mundo. Ela fala com extraordinária eloqüência sobre a inabitação de Deus em nós. Admirável é o conhecimento inteiramente extraordinário que ela tem da alma. Em todas as épocas, os homens refletiram sobre a alma, a começar pelo obscuro filósofo Heráclito de Éfeso: "Vai e não acharás as fronteiras da alma, mesmo que andes por todas as estradas; tão profunda é a sua natureza", até a Realidade da alma de C. G. Jung, cujos conceitos se transformaram em lugares-comuns. Teresa conhecia tudo isto de maneira diferente; talvez se possa afirmar que ela o sabia até de maneira mais grandiosa e expressiva. Para Teresa, o importante era a alma; tomar consciência de sua alma foi uma de suas experiências mais profundas. Nos tempos hodiernos, o homem corre o risco de perder a sua alma e, justamente por esta razão, Teresa adquire uma grande atualidade. Ela fez a experiência do maravilhamento da alma. E isto causou-lhe uma profunda admiração. Lendo seus escritos, chegamos a conhecer algo do mistério da alma, e doravante não é mais possível ignorá-la. No pensar de Teresa, a alma compreende muito mais do que comumente imaginamos. Porém, "o progresso da alma não está no muito refletir, mas no muito amar". De acordo com esta compreensão profunda, o mais importante para a vida mística não é a reflexão, mas o amor. Para Teresa é importante o amor a Deus; para ela, a mística não consiste em especulações filosóficas. Quanto mais uma pessoa ama, tanto mais abrangente se torna sua alma. Teresa se opunha decididamente a uma uniformização da alma. "Como no céu há muitas moradas, assim também há muitos caminhos que levam a ele". Com isto fica banida toda uniformização e todo metodismo em seus inícios. Intencionalmente ela se expressa, muitas vezes, de maneira contraditória: "O que no início nos deve ocupar de modo particular é, unicamente, o grande cuidado por nossa alma, compenetrando-nos de que fora de Deus e de nossa alma não existe mais ninguém neste mundo". Isto não deve ser entendido no sentido de um egocentrismo. Teresa estava completamente isenta disso. Jamais uma pessoa será capaz de agir corretamente enquanto a sua alma não estiver em ordem. Em primeiro lugar, vem a alma e, só depois, a atividade externa. Quanto Teresa distava da mera preocupação consigo, pode-se deduzir das salutares palavras que se seguem: "Desde que tomo menos consideração para comigo e menos me preocupo comigo, tenho mais saúde que antes". Com este conhecimento, Teresa tem contra si todas as revistas femininas hodiernas - a verdade, não obstante, está do lado dela. A alma não cresce da mesma forma que o corpo; e nenhuma alma é tão forte que não sinta muitas vezes a necessidade de sentir-se novamente como criança. Teresa dizia: "É realmente uma coisa grandiosa uma alma que é capaz de entender a outra". Mas é raro que alguém consiga um conhecimento mais profundo da alma. A grande mística estava profundamente compenetrada do valor e da beleza infinitas da alma humana. Ela sabia que a mística significa andar em santa escuridão, renunciar ao mundo para se realizar de maneira inesgotável. O Castelo interior é o manual da mística; não fica devendo nada aos melhores escritos da mística alemã, francesa ou italiana ... ( Extraido da obra " Teresa de Ávila- Teresa de Jesus", de Walter Nigg, Ed Loyola. pp 48-53)
Teresa sem a graça de Deus é uma pobre mulher; com a graça de Deus é uma fortaleza; com a graça de Deus e muito dinheiro, é uma potencia. Em Teresa
Nesse primeiro dia de novena, vamos orar com ela ao Senhor, procurando um lugar silencioso e ficar junto daquele que a muito deseja está conosco e derramar graças sobre nossa vidas. Sentemos no colo de nosso Pai querido e peçamos a Ele que nos ajude a seguir suas Bem-Aventuranças e que a exemplo de S. Teresa e de S. Bruno, trabalhemos incansavelmente pela nossa salvação e de nossos irmãos, pois dor maior não consigo imaginar, se de mãos vazias vieres me encontrar. S. teresa de Jesus, rogais por nós!

S. José

Tomei por advogado e Senhor ao glorioso S. José, e muito me encomendei a ele.
Coisa admirável são os grandes favores que Deus me tem feito´por intermedio desse
bem-aventurado Santo, e os perigos de que me tem livrado, tanto do corpo como da alma.
A outros santos o Senhor parece ter dado graça para socorrer numa determinada necessidade.
Ao glorioso S. José tenho experiencia de que socorre em todas. O Senhor quer dar a entender
com isto que assim como lhe foi submisso na terra, onde S. josé na qualidade de pai adotivo, o
podia mandar, assim no ceu atende todos os seus pedidos.
Grandes vantagens temos em recomendar-nos a este glorioso patriarca e ter devoção a ele. Aqueles
que praticam oração, devem ter um carinho especial por ele.
Quem não tiver um diretor espiritual para lhe ensinar nos caminhos da oração, devem tomar este Santo glorioso por seu Mestre.



S. Teresa de Jesus


Oração de S. teresa de Jesus
Cristo não tem corpo aqui na terra, mas tem o seu.
Não tem as mãos, mas tem as tuas.
Sem seus pés, mas tem os teus.
Seus são teus olhos, através dos quais a
Misericórdia do Senhor olhará para a terra.
Vocês são os pés que Ele vai caminhar para ir fazendo o bem e
Vocês são as mãos com que Ele vai nos abençoar agora.