Minha Família Amada, meu ouro, meu bronze, minha prata!

Minha Família  Amada, meu ouro, meu bronze, minha prata!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Tenho Sêde!

Nosso Senhor Jesus Cristo, tinha sêde de cumprir a vontade do Pai, de cumprir a sua missão aqui na terra. A nova e eterna aliança.
Tomai e comei,êste é o meu corpo, que será entregue por vós.
Tomai e bebei, esse é o meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós, para remissão dos pecados e domundo inteiro.
Fazei isto em minha memória.
E desde então, em cada Eucaristia, na celebração da Santa Missa,podemos verdadeiramente contemplar o Senhor, que se faz sentir e ser presença na hóstia consagrada.O Rei, o soberano, Majestade, que se faz do menor dos mendigos,o mais simples dos homens, unicamente por amor, por ter tanta sêde
de salvação, de cumprir o mais profundo desejo de seu Pai e ainda assim,
O AMOR NÃO É AMADO.
Ele ouviu a voz do Pai, que sempre incansavelmente repetia por seus profetas no Antigo Testamento: " Eu não quero sacrifícios, Eu quero à Misericórdia." Chega de holocaustos, chega de sacrifícios, diz o Senhor. Eu quero é que vocês visitem os doentes, cuidem do orfão,das viúvas, que alimentem os famintos, que libertem os oprimidos e vistam os nús.
A poucos metros do calvário, no templo, centenas de cordeiros eram imolados para a Páscoa e ali na cruz estava o Senhor dos Senhores, o cordeiro de Deus,o único que tira os pecados do mundo.
Eles não compreendiam a linguagem de Deus Pai, que precisou enviar seu único e amado filho, o templo que escolheu para fazer morada,acreditando que assim eles veriam a Verdade, mas como disse S. joão, era a verdadeira luz, veio para o que era seu, mas os seus não receberam. Mas a todos aqueles que o receberam, aos que crêem em seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. (Jo 1,9-12)
Jesus veio abrir os olhos dos cegos, não só os cegos dos olhos, mas principalmente, os cegos que não queriam ver a verdade,o verbo, que era simples como as pombas e que tinha muito amor no coração.
Só as crianças, os pequeninos, compreendem a linguagem do amor, só eles poderão entrar no Reino dos céus, como afirmou Jesus.
Napoleão, no seu leito de morte, disse, que o dia mais feliz de sua vida foi o dia de sua Primeira Comunhão. Pobre Napoleão! Talvez tenha sido êste o único dia que ele amou e o que realmente tenha valido a pena em sua vida.
Ganhou tantas medalhas, foi honrado e temido,venceu inúmeras batalhas, só não conheçeu o Amor.
Acho que era isso que Deus sempre quis nos passar, só o amor pode nos levar a sairmos de nós mesmos, a voltar a nascer de novo, como disse Jesus à Nicodemos e olhar o mundo com um olhar de criança, que não tem preconceitos,que sabe partilhar e se dar por inteiro.
Embora muitos ainda não crearam Nele e em sua palavra, Jesus continua no meio de nós, seja pela Eucaristía, seja por sua palavra, que cura, nos liberta, é o seu Reino no meio de nós, oculto aos soberbos e orgulhosos, que teimam em querer abafar as palavras do Senhor, que não são filhos de Deus, pois não ouvem a sua voz. Quem encontrou esse tesouro, sabe que tudo o que Jesus ensinou, só nos leva a Vida, a felicidade.
María Santíssima,soube compreender e viver plenamente esse mistério do Amor,por isso, nas Bôdas de Caná da Galiléia nos diz:
" Fazei tudo o que Ele vos disser"
É do agrado de Deus que assim façais, para que sejamos felizes,livres, para que Ele nunca nos deixe sozinhos e possamos ressucitar com Ele no último dia.O maior desejo dos que estão presos, é a liberdade e somente seremos livres, se conhecermos à verdade.
Ó Senhor , majestade que tanto nos ama, liberta-me Senhor, cura-me, para que eu possa tornar-me um verdadeiro dissípulo teu, dai-me de volta, tudo aquilo que o pecado me roubou, principalmente o teu Santo Espírito e que eu e minha família te sirvam ó Deus da minha vida.
Dai-me eu te peço da tua água de beber, para que a minha bebida seja verdadeiramente a tua bebida e como tu Senhor, eu sinta essa sêde que te fez morrer por nós e morte de cruz.

Ó Fonte Cristalina,
dai-me da tua água de beber,
aquela que à Samaritana,
viestes um dia oferecer,
já que a dos rios,
não mais vem me satisfazer.